Arquivo da categoria: #30ideias30dias

30 ideias em 30 dias é um projeto do curso DECOLA para estimular nossa criatividade. Em 30 dias é preciso ter ideias pra sair da zona de conforto, pra estimular a imaginação e a criatividade e pra por em prática algum trabalho adiado.

Sobre 27 anos

No dia 01 de novembro completei mais um ano de vida. Normalmente nos meus aniversários eu não sou a pessoa mais feliz do mundo, e muitas vezes acabo chorando ou caída no chão (de bêbada ou porque me derrubam). Mas esse ano tentei algo diferente: ficar de pé feliz por fazer aniversário.

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Quando era criança lembro de gostar bastante de fazer aniversário, mas acho que toda a criança gosta, afinal de contas tem presente, tem bagunça, tem doces e comidas liberadas (sem ser julgada se vou comer demais). Depois de grande, acho que com uns 20…22, fazer aniversário já não era uma coisa tão agradável, porque começava a pensar e via que – mesmo sendo jovem – meu tempo estava passando e talvez eu não estivesse fazendo tudo o que eu queria da vida.

20151030_220712-ANIMATIONOs pensamentos passam de ser “o que eu posso fazer ainda?” para “AI MEU DEUS EU AINDA NÃO FIZ ISSO!“, e a mente começa a fazer uma corrida contra o tempo. Na cabeça começa a aparecer listas e listas que nunca acabam e tenho sempre a sensação de que estou atrasada para fazer alguma coisa, de que um domingo jogada no sofá é terrível e inadmissível.

Mas parando para pensar esse ano, vi que isso é pura noia e que sim, o tempo está passando, mas eu não estou perdendo tempo. Estou fazendo minhas coisas, talvez não como imaginava quando tinha 18 anos, mas estou fazendo muito do planejado. Viagens, saída com amigos, sair de casa e ter uma vida nova são coisas que fiz esse ano e me deixaram muito feliz.

No final das contas, ao invés de olhar o lado negativo do que eu não fiz, to olhando o lado da balança do eu que fiz eu esse ano e que foi bom. Claramente existe coisas que fiz que não queria ter feito ou deveria ter pensado melhor, mas fico feliz ao avaliar que essas são as minorias.

Ficar mais velha não é o final do mundo afinal de contas, é só mais um ano com muitas histórias e conquistas e espero que nos próximos anos essas conquistas aumentem e que quando chegar meu próximo aniversário eu consiga ficar extremamente feliz por ter amigos, brigadeiros e coxinhas!

E ai que eu achei que tinha gravado um vídeo maneiro (mostrando que estou ficando velha utilizando gírias antigas) sobre ter 27 anos, mas durante a festa, veio um amigo e gravou um melhor, que é esse aqui:

Ideias ideais

Em algumas semanas atras, a Hyper Island promoveu uma palestrinha de dois caras gente boa, o Caio e o Rafael, que falaram sobre o poder de uma conversa: as ideias que tiveram enquanto passaram um tempo na Noruega e alguns de seus projetos. O foco é na realização de ideias simples, que possam ser executadas em 1 dia e com um budget reduzido e como transformá-las em conversas.

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E dentro dos vários projetos que eles foram realizando, iam sempre enfatizando a ideia de que não é preciso muito para ter uma ideia e colocá-la em prática, só é preciso um pouco de coragem e tirar a preguiça dos ombros. E fazendo o #30dias30ideias juntamente com essa palestrinha (que coincidentemente foi bem no dia que comecei), fiquei refletindo sobre.

5184-ideiaA gente sempre quer ter a ideia genial, assim como o mágico tira o coelho da cartola tão facilmente como parece, mas não quer ter esforço e nem superar o medo de colocá-las para o mundo. Dá medo de arriscar muito dinheiro e não dar certo, dá medo das pessoas julgarem como “a ideia errada”, pode ser desvantajoso se não tiver visibilidade. A gente quer a ideia perfeita, mas ela não existe.  Não tem fórmula mágica e nem ninguém vai fazer nada pela gente.

Sai de lá encantada, não só pelas ideias que eles tiveram, mas pela iniciativa e pela forma que levam essas ideias. O fato deles não quererem ter uma ideia e associa-las a sucesso e dinheiro, foi o que realmente me fez refletir. Ter uma ideia e colocá-la em prática e  iniciar conversas já é uma grande vantagem e já é uma proposta muito boa para nos tirar da zona de conforto, ou tirar da cabeça o “não posso” e “não consigo”. Então, vamos parar de querer ter a ideia perfeita e vamos pensar em colocar ideias que borbulham na nossa cabeça em prática.

Los Hermanos

Se tem uma coisa pela qual peguei amor, esse alguém (ou alguéns) é o Los Hermanos. Quando tocavam Anna Julia, meus primos mais velhos ouviam e passei a ouvir também. Já estavam no segundo disco da carreira, e achei bem legais as músicas deles, e aí agreguei pra vida. Talvez não tenha sido amor a primeira vista (já que a primeira era Anna Julia, e já tinha dado no saco), mas nas demais vistas – ou ouvidas – eles ganharam meu coração e agora já não sei viver sem.

Pra todos os momentos da vida tenho uma música do Los Hermanos pra linkar: momentos de reflexão, de alegria (sim, eles tem músicas alegres ou que me deixam bem pra cima), pra muitas fases pensativas. E, as vezes sem querer, algumas músicas passaram a fazer parte da vida – como foi o caso da música Pois é, que me trouxe más notícias enquanto a ouvia, ou da Cadê Teu Suim que me trouxe boas risadas ao seu som.

Acho que tava bem felizinha nesse show!

Acho que tava bem felizinha nesse show!

Tem gente que odeia, mas fazer o que? Não sou pastora de Igreja Evangélica para converter ninguém pro Team Los Hermanos, mas quem gosta de verdade, sabe do que eu to falando. Eles encerraram a carreira há 12 anos e depois disso fizeram mais uma turnê em 2012. No começo desse ano, pós carnaval, eles anunciaram uma nova turnê e como toda boa fã, fui também. Uma das melhores partes da turnê desse ano, é que foi bem no dia do meu aniversário, no Rio de Janeiro, no camarote e open bar!

E, enquanto comprava os ingressos em Março, nem imaginava que minha vida ia mudar como mudou e eu faria o curso do Decola e precisaria ter #30ideias30dias. Mas como nada nessa vida é pura coincidência, nada mais justo do que colocar o show do Los Hermanos juntamente da tag #30ideias30dias.

 

E pra quem gosta, ou quer conhecer, ou quer rever… O vídeo dessa turnê 2015, que foi gravada aqui em São Paulo, no Anhembi:

É textão, mas vale a pena

Contrária a ideia de textão do Facebook, mas adepta da ideia de textão em blogs. Ultimamente (e muito graças ao curso DECOLA!), tenho lido alguns textões de blogs que normalmente não leria, e esses textões me fazem pensar e colocar algumas interrogações, e as vezes alguns esclarecimentos na minha vida.

Como eu “perdi” boas horas dentro desses textões, e sai com boas ideias e pensamentos deles, nada mais junto do que incluí-los na tag #30dias30ideias. E, como não vale de nada a gente ser egoísta nesse mundo, o que vale pra mim pode valer pra você também, então segue aí algumas sugestões de textos. Já aviso antes que não são pequenos, mas também aviso que não tem ofensas e nem #foraDilma no meio deles, então… Boa leitura!

O Mamute da Sobrevivência Social

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Esse texto é muito bom, afinal de contas, tem um mamute nele. Ele fala sobre as preocupações que a gente tem perante os julgamentos da sociedade e o quanto eles não servem pra nada. É muito legal ler sobre e entender qual o tamanho do seu mamute, em qual ciclo ele se encontra e como domá-lo. Esse texto mudou um pouco a minha visão de como viver em sociedade e principalmente me livrar de algumas amarras fixas na nossa cabeça que não fazem mais sentido.

O Ego

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Já pensou que podemos estar dormindo, mesmo enquanto estamos acordados? Que não utilizamos 100% de nós, mesmo achando que estamos? Esse texto mostra o quanto vivemos semidespertos e que muitas de nossas decisões não são tomadas por nós, mas por um “estranho” que nos habita: o ego.

Procrastinação

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O medo de quem trabalha em casa, de quem tem uma vida carregada ou de quem está em um momento meio “perdido” na vida. A gente procrastina por muitos motivos, e as vezes a gente nem acha que procrastina, mas procrastina sim. Esse texto me deu um choque de realidade, e acho que vai dar em 90% das pessoas que o lerem, porque a gente tem mania de que nossa vida é diferente da dos outros, mas não é tanto assim.

O jarro de vidro

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Esse é mais pra uma reflexãozinha interna, daqueles textos que a gente deve ler de vez em quando na vida pra saber e refletir o que a gente tá fazendo com ela, pra pesar trabalho x família x vida. Provavelmente você já leu em algum momento, mas vale a pena mesmo assim.

Encontrar um trabalho significativo

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Pra quem tá nessas de “não gosto de trabalhar com o que me formei” e está em busca de achar qual o trabalho dos sonhos, talvez esse texto dê um norte. Ao invés de procurar o trabalho certo, que dê o dinheiro X e a casa Y e viver infeliz pro resto da vida, que tal começar perguntando sobre “O que eu sinto prazer em fazer? Porque eu gosto de fazer isso? O que me traz relevância?”. Mudando o ponto de vista e fazendo as perguntas certas, as respostas podem estar mais perto do que parece.