Arquivo da categoria: Um lugar e mais nada

Para viagens de pequenas ou longas distâncias, de 1 dia ou 1 ano… Algumas fotos, ideias, inspirações e dicas por onde passei.

StrandBad Wannsee

Quem diria que teria praia em Berlim? (Eu diria, pois já tinha dado uma pesquisada nisso). Essa ultima semana fomos surpreendidos com uma onda de calor extremo e os termômetros chega marcaram 30 graus aqui em Berlim. Aparentemente é bastante incomum fazer calor ainda na primavera, mas como estávamos todos carentes do sol, não reclamamos.

Amo praia e com todo esse clima de verão, levamos nosso corpinho para um banho de sol na praia aqui de Berlim, a StrandBad Wannsee. Aqui não tem mar, então a praia é banhada por um rio, no caso o Wannsee – então não tem o corpo salgado do mar. Essa praia parece um clube fechado, inclusive é necessário pagar a entrada (5,50 EUROS) e dependendo do dia, se preparar para uma pequena fila na entrada (e as vezes na saída). É proibido entrar com narguile, garrafas de vidro, patins e bike. De resto, tem as mesmas coisas: areia, aluguel de cadeiras e guarda sol, lugar para comprar comida, pode tomar cerveja ou levar sua própria e o mesmo vale pra comida.

Ainda tem espaço para relaxar além da praia, com bastante árvore e verdes, banheiros com vestiário e duchas no delongar da areia. No lago é possível ver vários caiaques e barquinhos passeando, pessoas fazendo stand up paddle e muita gente com aquelas bóias gigantes. Ainda lá, há uma separação para quem é naturalista (a famosa praia de nudismo) e para quem não é.

O melhor é que dá pra chegar na praia de metrô e no caminho para lá da pra identificar muita gente indo pra lá, com chinelos, chapéu e uma sacola com lanches e bebidas pra aproveitar o dia. Sim, alemães gostam de levar seus lanches e bebidas para quase todos os lugares.

Ah, lembrando que os alemães tem uma relação com a exposição da imagem diferentes da dos brasileiros, e normalmente em lugares como praia, piscinas e parques, eles não ficam tirando fotos e nem permitem que se fique tirando fotos. E nota-se claramente na praia, onde ninguém fica com celular por perto e fica só aproveitando o lugar.

Nossa primeira experiência foi bem gostosa, apesar do sol que nos deu uma canseira. Dependendo do calor, dá pra passar um dia bem gostoso por lá e nos próximos dias de calor, com certeza voltaremos para repousar nossos corpinhos 🙂

 

Rio de Janeiro

Sim, tenho um certo apego pelo Rio de Janeiro – para quem não percebeu ainda. Nos últimos cinco anos, já fomos mais de 10 vezes para lá, e nesse ultimo  final de semana, fomos mais uma vez. Tem quem não goste do Rio e tem também quem nunca foi, mas eu sempre aconselho as pessoas a irem, quebrar os preconceitos (essa rixa Rio x SP não tá com nada) e conhecer algo novo por lá. E, assim como SP e em qualquer lugar, n-o Rio sempre tem novidades e lugares novos para conhecer.

Tenho um certo amor por praias em geral, sou movida pelo sol e reservei um dia para fazer minha fotossíntese. Sim, é inverno, mas acho que assim como gosto do RJ, ele também gosta de mim, e pegamos um dia com 27 graus e muito sol e céu azul. Ficamos hospedados em Copacabana, perto do forte, sabe? Tem sido nosso lugar preferido pelo custo benefício de hospedagem x localização, mas sempre damos um pulinho em Ipanema <3

No mar já não deu pra entrar estava bastante sujo, além da água de lá ser sempre bem gelada. A praia no geral tava tranquila, então aproveitamos o dia de sol, o matte e as empadas. Adoro as empadinhas cariocas!  Acho que por conta das Olimpíadas, a cidade estava cheia de gringos e também os preços estavam bem salgados. As cervejas simples no mercado estava por volta dos 4 reais a latinha, então pra quem for pra lá, prepare o bolso.

mapa_jbEnfim, com muita praia, bebida, noites tranquilas, a dica pra visitar no Rio de Janeiro dessa vez é a visita ao Parque Lage. O parque fica perto da Lagoa e do Jardim Botânico, é bem grande e dá pra passar algumas horas por lá. Lí que durante a semana o parque é mais vazio. Nesse final de semana o parque estava cheio e, por ser um parque bem bonito, várias pessoas estavam tirando fotos para books de bebe, de casamento e algumas blogueiras fazendo o “look do dia”. Ah, de lá dá pra ver o Cristo também, quando o céu está limpo, é claro!

Para quem puder/quiser, tem um café por lá, onde você pode tomar café/brunch ou almoçar, o chamado Plage Café. Meio carinho sim,  (achei umas fotinhos do cardápio e coloquei aqui) mas é bem gostosinho, bem servido e vale a pena o visual todo. Parece que as vezes lota por lá, mas fomos no domingo, umas 12h e conseguimos mesa em 15 minutos de espera, acho que demos sorte.

Nossa opção foi o brunch completo que veio servido com ovos mexidos, bolo de chocolate e nozes, frutas da estação (melão, mamão, uvas e manga), cesta de pães, iogurte natural com granola, um suco e uma bebida quente – que foi o café latte o escolhido, além de recheinhos pros pãezinhos: geléia, peito de peru, queijo branco, manteiga e requeijão. O preço foi R$69, mas deu para dividir por dois tranquilamente, saímos de lá satisfeitíssimos. Fora isso, tem opções de comidinha, almoço, brunch mais completo e também um cardápio com várias bebidinhas.

Pra quem quiser acompanhar as próximas viagens, add no Snapchat dayalima, que eu sempre coloco dicas dos lugares que passo e bastante fotos!

O final de semana foi simples, leve e ensolarado. A ponte aérea dura 50 minutinhos e sempre tem passagens em promoção por aí. Então mais uma vez, deixo a dica aqui: VAI PRO RIO!

Foz do Iguaçu

Mais um feriadinho (do dia 21 de abril no caso) e mais uma vez conseguimos viajar. Dessa vez o destino foi Foz do Iguaçú e passamos 3 dias por lá. Plenos Abril e lá estava um calor bem sufocante, e de acordo com o taxista que nos levou do aeroporto ao centro (aliás, cerca de R$50), as estações Primavera e Outono são como verão em algumas regiões do Brasil, e ele estava certo.

3 dias em Foz é bastante, a cidade não tem tantos pontos turísticos, mas é uma gracinha e tem seu charme. Ficamos hospedados no Hostel Tche Lagarto e super indico, pois o atendimento foi bem ótimo e as acomodações também! Sem falar do café da manhã que é super completinho e eles sempre inventam um evento pra juntar a galera – quando estávamos lá passou o primeiro episódio de GOT <3

Tem 3 paradas principais em Foz: Visitinha ao Paraguay, na Ciudad Del Este, Cataratas, tanto do lado Brasileiro quanto do Argentino e Puerto Iguazu, na Argentina.

  • No Paraguay é mais focado o pessoal das compras. Lá é uma 25 de março tamanho plus size e tem que ir com uma paciência, para negociar, para enfrentar todo mundo te oferecendo algo, para procurar o que se quer. Enfim, dá pra passar um dia todo por lá. Como não era nosso foco, passamos só a ponte da amizade, fomos em uma loja que já sabíamos e voltamos.
  • Cataratas é a parada obrigatória. É um cenário lindo cheio de “arco iru”, cheio de contato com a natureza. É simplesmente encantador. Tem os passeios do Macuco e tem a opção de ver o lado argentino também – que é maior do que o lado brasileiro.
  • Puerto Iguazu é o lado argentino que possui um centrinho, comidas típicas, vinho barato, um Cassino e um Duty Free gigante que todo mundo para por lá.

Além desses pontos, tem o Parque das Aves, o marco das três fronteiras (lembrando que pelo lado brasileiro é pago), Museu de Cera, Itaipu e o Templo Budista. Deixo o mapa aqui dos pontos e alguns lugares para comer (o famoso apanhadão de diversos sites):

Agora a parte mais importante desse post, não ignore, caso você queira economizar na sua viagem, que não vimos em quase nenhum lugar – nem no Google Maps:

Como conhecer Foz do Iguaçu de transporte público

Todos os lugares que procurei em como conhecer os pontos turísticos de Foz, nos levavam a pegar ou um táxi ou uma van com pacote por agências turísticas. Mas uma coisa que nem o Google nos falou, mas um recepcionista do hostel Che Lagarto sim, foi a possibilidade de conhecer a cidade através do transporte público.

Enquanto com táxi ou vans se gasta cerca de 50 reais por pessoa, por ponto turístico, o transporte público é 3,20 reais (em abril de 2016) e o fato da cidade ser pequena, quase não se tem transito nem transporte cheio.

Para quem ficar na região do centro, o terminal urbano de ônibus (AV. JK. 1385) é perto e além dele, existe duas paradas de ônibus ao lado do terminal para transporte internacional, que leva até o Paraguay ou até a Argentina. SIM, você consegue pagar 4 reais para atravessar as fronteiras, super simples!

Aqui nesse link você encontra valores e rotas para saber onde o ônibus passa e qual horário. Mas deixo aqui as principais linhas pros principais pontos:

  • Aeroporto, Cataratas, Museu de Cera e Parque das Aves: linha 120
  • Marco Três Fronteiras: linha 103
  • Rodoviária: linhas 40, 105, 115, 100, 210, 225, 245, 250, 255 e 305
  • Itaipu: linhas 101, 102 e 103
  • Até a Ponte da Amizade (Paraguay): linhas 10, 35, 75, 101, 102, 103, 107 e 380

Para as viagens internacionais:

  • Puerto Iguazu: O ônibus não para dentro do TTU, mas na rua lateral. Você saindo pelo lado do zoológico é à direita. Saindo pelo lado da JK é à esquerda. No ponto está escrito “Linhas Internacionais”. Dali ele desce as avenidas JK, Jorge Schimmelpfeng e das Cataratas (e vai parando nos pontos normalmente), até a Ponte Internacional Tancredo Neves, entrada para a Argentina. No terminal de Puerto Iguazu,você compra a passagem para o ônibus que vai para as cataratas, o Rio Uruguay, no guichê 23. – fonte: Mineiros na Estrada
  • Paraguay: Há uma linha internacional que custa R$4,00 e atravessa a Ponte da Amizade. Sai da Rodoviária, passa pelas avenidas Costa e Silva, Paraná, Jorge Schimmelpfeng, Almirante Barroso, República Argentina, JK, BR 277, Ponte da Amizade, Ciudad del Este. – fonte: Mineiros na Estrada

Fora essas dicas, ainda deixo dois lugares que gostamos bastante de comer e beber:

  • BAD ASS: O Bad Ass é uma cafeteria cool feita pra reunir amigos, colegas de trabalho, estudar, pra jogar, ler e ficar de boas. Tem cerveja, café, lanches e alguns petiscos além de um clima super gostosinho e uma decoração super moderna que te faz passar algumas horas por lá seja nas mesinhas de madeira ou conversando em um de seus sofás.
  • BRASA BURGUER: Hamburgueria e shawarmeria. Hambúrguer de 150 gramas grelhado na brasa. Hambúrgueres e shawarms bem saborosos e bem servidos. Os preços dos pratos giram em torno dos 25 reais com batata acompanhando e em especial a maionese de alho, que é bem gostosa!

Por fim, mais um pouquinho de fotos…

Amsterdã

amsterdam fériasUltimo destino da nossa viagem pela Europa: Amsterdã. Uma cidade pequena, linda e cheia de amores que todos já tinham avisado que íamos adorar. Pra quem acha SP uma cidade com mil temperaturas diferentes durante o dia, não conhece ainda Amsterdã. Pegamos chuva, sol, vento – MUITO VENTO – tudo em uma mesma tarde. Então, se você sair e o tempo estiver fechado, muita calma que poderá mudar a qualquer momento.

Ficamos hospedados em um Hostel super tecnológico, o City Hub. Nele, não se aceita dinheiro, tudo é comprado através de uma pulseirinha e no final, debitado do cartão de crédito. Ah, e o hostel ainda disponibiliza um wi-fi pra você levar pelas ruas da cidade e não ficar dependendo de Starbucks da vida. Uma maravilha! Os quartos são pequenos e só possuem camas de casais. Os banheiros são compartilhados e é tudo uma gracinha!

Bom, como de costume, deixo o mapa de Amsterdã com os pontos que fomos – e alguns que pretendíamos – comes, bebes e etc.

E agora, o que mais gostamos de fazer, com dicas (e não dicas) da nossa viagem:

  1. Março é época de férias, então antecipe seus bilhetes. Não conseguimos ver o museu Anne Frank nem fazer passeios de barco, pois como estava tudo muito cheio, não foi possível comprar as coisas na hora 🙁 Então se você comprar online, além de não pegar fila para entrar na atração, ainda garante que vai ver hehehe.
  2. Falando em Museu da Anne Frank, ao lado da estátua dela tem uma lojinha super fofinha que vende queijo gouda (e vários outros tipos de queijo), mostardas especiais, stroopwafel e outros comes típicos da Holanda. O preço super vale a pena, além de a loja deixar umas degustaçõeszinhas para quem quiser provar.
  3. E por falar em queijo, já aviso que é proibido trazer queijo da Holanda pro Brasil – a não ser que você tenha a liberação da ANVISA. A gente nem se preocupou com isso, e no final da viagem, a receita barrou nossos queijinhos holandeses.
  4. Não deixe de passar no Food Hallen, que é um espaço onde tem vários comes e bebes (semelhante a food truck’s aqui em SP ou o espaço que fomos em Berlim). O clima é super delicinha e tem espaço para passar uma tarde inteira por lá. Recomendo o hambúrguer do The Butcher que é artesanal e bem saboroso!
  5. Outra coisa para comer e amar – para os que gostam de canela, que não é o meu caso – é a Apfelstrudel, a torta de maçã, normalmente servida com chantilly. O lugar mais indicado e com melhores notas e referências é o Winkel 43. Para quem não gosta de torta, tem outras coisas no menu, além de umas cervejas especiais na torneira.
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  6. O IAMSTERDAM é o ponto que não pode faltar para os turistas, mas é muito cheio. Minha dica é de ouro, então anota aí: tire a foto com o celular da parte de trás do escrito, e depois vire a foto na edição. Assim a foto sai sem um milhão de pessoas na frente. Esse foi o nosso truque para tirarmos umas fotos menos cheias.
  7. O passeio a pé pelos canais e mercado de flores é bem legal. Toda a paisagem e clima da cidade são únicos. Ah, o passeio pelo Vondelpark também é uma ótima pedida – se souber andar de bicicleta, que não é o meu caso, dá pra conhecer a cidade inteira em poucas horas.
  8. O passeio na Heineken pode ser legal – mas não vá quando estiver muito cheio, pois não é muito grande o espaço e você acaba perdendo muitas das interações que o passeio proporciona (que foi o nosso caso). Além da Heineken, tem a cervejaria Brouwerij ‘t ij que produz uma cerveja muito boa e tem um bar que dá pra passar a tarde por lá.
  9. Passe pela feirinha de Albert Cuyp Market. Uma feira gigante, com várias barraquinhas de roupas, acessórios, comidas, carnes e doces. Aliás, comemos um wafles muito bom, que voltaria lá agora só pra comer de novo.
  10. E pra quem quiser qualquer bebida especial, não deixe de passar no Sterk. Lá tem um milhão de cervejas especiais, além de vodka, rum, vinhos, e fica aberto até a noite. Os preços variam, mas tem para todos os bolsos.

Ficamos 4 dias em Amsterdã, fizemos o trajeto de Paris até lá de trem e foi super bacana. Aconselho pra quem quiser uma experiência diferente, porém pra quem tem pouco tempo, melhor o avião. Não conseguimos ir em Keukenhof devido ao tempo. Coffee shop e red light para mim foram mitos que não tiveram muita graça. Nossa experiência foi bem ok quanto a isso, mas garanto que tem muitas coisas mais legais para fazer.  Amsterdã é bem legal, mas a quantidade de bicicletas é insana e pedestre acaba perdendo a vez por lá. Voltaria com certeza para fazer um picnic no Vondelpark, andar de barco nos canais, ir no museu da Anne Frank e quem sabe morar por lá!

Paris

paris fériasAh, Paris! Nunca tive muita vontade de conhecer Paris como muita gente tem, e a gente não tinha “planejado” Paris para essa viagem, mas por fim acabou entrando. E olha, ainda bem que fomos! Paris me surpreendeu e me mostrou uma cidade linda e encantadora.

Fiquei que nem uma turistona louca, tirando foto de flores, carrosséis, da torre. Ahh, a torre uma das coisas mais lindas. Paris foi bem apaixonante pra mim, achei uma cidade bonita, porém cara. Meu bolso chorou enquanto olhava toda a boemia e beleza da cidade, mas faz parte, aliás já diriam outros: Quem converte, não se diverte.

Em Paris foi o lugar que comi os melhores doces que já comi na vida. O eclair é simplesmente fantástico, tomar um cafézinho no meio da tarde com toda beleza em volta, comer uma baguete amanteigada. Foram apenas 3 dias em Paris, que julgo pouco, pois tem muita coisa para se fazer por lá, e com certeza será uma cidade que voltaremos.

Pra não perder o costume, o mapa no google com os pontos turísticos e alguns pontos para comer e beber: 

E deixo aqui algumas dicas do que gostamos de lá e gostamos muito:

  1. Quartier Latin. Um bairro super boêmio, com pessoas sempre nas ruas, um clima amistoso e tranquilo. Tem vários bares e restaurantes por lá, além de dezenas de vendedores de crepes. É um ótimo lugar para se passar e sentir a alegria da cidade.
  2. E por falar em crepe, coma um crepe. Os crepes salgados valem por uma refeição. São bem grandes, bem recheados, baratos e saborosos. E tem toda a “magia” de ver o preparo sendo realizado na hora. E indico o Au P’tit, que fica no Quartier Latin, mas se prepare porque é cheio, muito cheio!
  3. Ainda falando em comida, perto da Torre Eiffel tem uma padaria onde comemos o melhor Eclair da vida. Boulangerie-Pâtisserie Lohezic é uns 10 minutos da torre, mas vale a pena. Mas caso não vá nessa, passe em alguma com a cara bem boa, porque garanto que os doces e a baguete valem a pena.
  4. Ver a torre a noite, assim como passar pelo Louvre ou por algumas pontes que cortam o Rio Sena é bem bonito. Quando fomos, estava bem frio, mas valeu a pena mesmo assim. A cidade é iluminada e a vista é apaixonante.
  5. Sempre no caminho tinha alguns carinhas tocando musiquinhas em violinos, acordeões, etc. E acho que isso mantinha um pouco o clima romântico ou de filmes nas ruas. Uma coisa que fizemos – ora pra descansar, ora pra apreciar mesmo – foi sentar em alguns dos bancos das pontes que cortam o Sena e ficar ouvindo um pouco da música e curtindo a paisagem.
  6. Comemos um L’Entrecot em um restaurante barato e bem servido – tanto de atendimento, quanto de comida – chamado Bistrot Victoires. Um dos lugares mais em conta (acho que gastamos nem 50 euros o casal com garrafa de vinho, entrada, prato e sobremesa), com uma comida bem delicinha, clima agradável e um crême brûlée leve e maravilhoso!

Tem um milhão de fotos, porque achei a arquitetura bonita e me fiz de doida. Paris é mais sujo do que as demais cidades que passamos na Europa e os carros não são tão educados para parar quando tem pedestre. Mas ainda assim, não perde seu charme.