É o novo som de Salvador, paquerei, paquero!

Não tem como lembrar de um axézinho quando se fala de Salvador, e foi no ritmo baiano que fui passar o feriado da Páscoa esse ano. Salvadô, uma cidade cheio de amor (?), muito sossego e de pilantrinhas! Sim, tem gente que quer ganhar em cima de gente o tempo todo e em Salvador não é diferente… Todo mundo sempre alerta, e deixo meu alerta aqui também:

cuidado com o pessoal que quer amarrar fitinha no seu braço e cuidado com os “guias turísticos” de rua, eles vão te enganar e vão querer roubar o seu dinheiro.

Alertas dados, voltemos a viagem. Salvador é uma cidade pequenininha, e como o nosso feriado também era, resolvemos alugar um carro para nos ajudar na locomoção e agilizar os passeios. O aluguel de um carro pode variar de R$70 à R$200, dependendo do conforto e da locadora que você utiliza. Utilizamos o aplicativo do Kayak para alugar o carro e encontrar o melhor preço, e alugamos pela Unidas, um Gol pelado (sem ar e sem direção) por R$ 72,50 por 2 diárias.

pelourinho

O carro é um item a se pensar, principalmente se estiver com mais de 2 pessoas, pois normalmente o valor do táxi do aeroporto até a orla é fechado, por volta de R$ 120. O pesar negativo do carro é que a gasolina é bem cara, mas dividindo com mais pessoas, ainda vale a pena.

Primeira parada: Pelourinho. Como todo bom turista, tínhamos que ir nos pontos turísticos, o que não é necessariamente bom. Assim como a maioria das cidades do Brasil, o Pelourinho é um lugar no centro, com muitas casas antigas e muitos mendigos em volta, por isso o cheiro acaba sendo um pouco desagradável. Por ser um ponto com muitos turistas, e muitos gringos, tem muito policiamento e muitas câmeras de segurança, mas sempre bom ficar atento.

pel

No Pelourinho, tem bastante barraquinhas para comprar lembranças, dependendo do horário terá bares e restaurantes abertos, várias igrejas, o Elevador Lacerda, Mercadão.. Muitos pontos turísticos que, em 2 horas de passeio sem pressa, você consegue visitar.

Saímos de lá e fomos para o Farol da Barra, onde também estávamos hospedados. Li muitas dicas para vermos o pôr do sol no Farol da Barra, e realmente é sensacional. Próximo ao farol, tem vários barzinhos e lojinhas que ficam abertos, não vou conseguir dar dica de nada de comida ou bebida, porque ficamos pingando de bar em bar. Ir pra Salvador e não comer acarajé é imperdoável. Então, pare em alguma barraquinha, com alguma baiana, ou em algum restaurante mais típico e peça o seu.

praias

No dia seguinte, fomos conhecer o litoral norte, praia Stella Maris e Praia do Forte. Praia de Stella Maris bem limpa, clima gostoso só que o mar tem bastante alga. Praia do Forte é um pouco mais longe da capital (cerca de 100km), tem pedágio pra ir e voltar (por volta dos R$7,50 – preços de semana e fim de semana são diferentes). A praia é bem pequena, e como fomos num fim de semana, quase não tinha espaço pra todos. O projeto Tamar é lá também, só que a entrada é R$ 18 – adulto e não, não dá pra nadar com as tartaruguinhas 🙁

Na praia do forte tem uma entrada pra Praia do Lord, que é mais deserta, alguns vendedores ficam por lá, mas é super tranquila e ficamos até o sol se por. O dia começa cedo, mas as coisas não abrem tão cedo, então tenha paciência. O dia acaba cedo também e as coisas fecham cedo… Se for sair pra jantar, não deixe pra ir muito tarde. Faltou ir pra rua dos bares em Rio Vermelho e conhecer o Morro de São Paulo, mas como foram só 2 dias, acho que deu pra sentir o clima praiano e desacelerar o corpo na capital baiana.

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