Karaokê

20141017_213655Já dizia o velho: “Quem canta, os males espanta”. As vezes só atrai mais males, afinal de contas são poucos os que tem uma voz encantadora. Mas, se tem uma coisa que me diverte – e diversão com certeza espanta todos os males – é ir no karaokê.

Normalmente o karaokê acaba sendo o segundo rolê, porque ninguém – ou quase ninguém – chega lá e já sai cantando todas as músicas que pode, mas as vezes é o primeiro rolê mesmo, e aí que aplicamos a única regra do karaokê: esteja bêbado. Se você for cantar, claramente tem que estar bêbado pra cantar aquela música vergonha do Reginaldo Rossi ou aquele som maroto do Raça Negra. Se você não for cantar, você tem que estar bêbado para estar naquele ambiente com bêbados cantando.

E ai sim, estando devidamente alcoolizado, naquele nível de “bebi o suficiente pra cantar, mas não o suficiente pra cair no palco”, cantar espanta sim todos os males. Basta escolher a música que te consagrará naqueles 3 minutos, e que as pessoas que ali estão vão compartilhar com você, com dancinhas e palmas. E quem sabe você não saia de lá ovacionado e já pensando na sua próxima música.

Karaokê sempre remete a boas risadas, músicas trash que vão ficar 1 semana na cabeça e snapchats engraçados beirando a vergonha alheia. É também um momento que você esquece as preocupações mundanas, não liga pros julgamentos alheios e deixa a vergonha de lado pra simplesmente aproveitar. Então, se você ainda não foi em um karaokê, vá.

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