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começando no meio

a gente gosta de marcos né?! início e fim sempre são importantes. o ano começou já faz um tempo – e muita coisa já aconteceu por ai, até quase uma terceira guerra mundial. e eu sempre espero começar o ano com a energia que os inícios propõe. mas esse ano não rolou. já comecei o ano numa rotina diferente, com visita em casa, fora do comum; não senti que o dia primeiro fosse realmente o começo. e mesmo depois que que ela foi embora, o que era pra ser “O” começo, virou só o começo de um resfriado. ainda assim tentei forçar uma rotina, ainda que devagarinho tentando começar a listinha de “metas do ano”, mas simplesmente não ia. o que veio com isso, foi um resfriado ainda mais forte, levando embora todo o restinho de vontade e empolgação que eu tava tentando manter vivos. fui “obrigada” a ficar quietinha, a cuidar de mim, cuidar do meu corpo (e porque não da mente também). o corpo manda sinais, e decidi me deixar descansar. o começo as vezes é de descanso. o corpo/mente precisam do que precisam, não entendem o calendário gregoriano. aprendi e tô aprendendo ainda a dar espaço e tempo pra mim mesma, sem cobranças que normalmente saem só da minha cabeça. e aí que só agora no começo de fevereiro (já se foi 10% de 2020) que minha energia vai se fortalecendo e ganhando mais potência e, me sinto mais a vontade (e mais consciente) para retomar e recomeçar minha rotina e trabalhar nas minhas metas pra esse ano- mas talvez não tão ao pé da letra.
seguimos em 2020… começando.

E veio 2017

img-20170101-wa0027Sempre gostei do Ano Novo – mais do que do Natal até. Chega no final de Dezembro e sempre me passa uma retrospectiva do ano, com as coisas que desejei e consegui fazer acontecer e as coisas que não deram certo também. Faço a famosa listinha para cumprir no próximo ano, e quando dá 0h foco sempre nas energias boas e coisas que quero que aconteça para começar o ano positivamente. Meio piegas eu sei, mas essa é a minha “tradição de ano novo” desde que eu me conheço por gente.

As vezes dá certo, as vezes não.

Esse ano começou bem diferente de todos os outros começou e já sabíamos que grandes passos seriam dados. 2017 é um ano totalmente novo, de experiências, de construir novas rotinas, de se encontrar em um país novo, descobrir uma nova cultura nova. Ops, caso você não saiba, esse ano (2017) começamos a morar em Berlim, YAY! Tem muita coisa pra ser absorvida, – que ainda estamos absorvendo aos poucos – e muita coisa pra ser (re) aprendida.

Ano novo, vida nova, não é mesmo? Dessa vez vai ser bem isso.

Esse ano que já começou (há alguns dias na verdade- eu sei, to atrasada) vou contar um pouco das aventuras de 2017 (e do final de 2016) de todos os preparativos que tivemos para chegar até aqui. O blog tava parado – e grande parte da “culpa” foi toda essa mudança- mas agora a cabeça já está mais no lugar e o note já está nas mãos, então tem bastante experiência e novidades pra compartilhar. Quem quiser saber é só ficar ligado, seguir nas redes sociais, etc.

Então, bom 2017 pra todo mundo e até daqui a pouco!

Retrospectiva 2015


9acc575de2dc81a72e44f784922d8dfa2015 não foi um ano como todos esperavam. Não que os anteriores tenham sido, afinal de contas em 2014 teve o 7×1, em 2013 o Papa renunciou, em 2012 o mundo não acabou… Enfim, as coisas não acontecem necessariamente do jeito que a gente planeja. Esse ano, tivemos o retorno da Adele, muitos livros de colorir, atentado em Paris, a lama em Mariana, o Uber vindo com tudo, o Whatsapp ficando fora do ar, dólar a 4 reais…

2015 foi um ano com muitos acontecimentos (bons e ruins), mas resolvi pensar na minha retrospectiva pessoal, e focar nas coisas boas, pra terminar o ano leve, com pensamentos bons e pensar que, 2015 foi um ano de descarrego. Que as bad vibes, acontecimentos ruins e coisas negativas tenham ficado nesse ano e que 2016 comece como uma página completamente em branco.

Esse ano foi um ano de desapego: desapeguei de coisas que me faziam mal e me faziam triste. Me desapeguei das amizades que a vida leva (sem ressentimentos), sai de um emprego que não tinha nada a ver comigo, sai da casa dos meus pais e consegui o meu espaço e vendi muitas coisas na OLX.

2015 foi um ano de aprendizado: aprendi mais sobre mim mesmo, aprendi mais sobre meu namorado, aprendi a lavar roupa, limpar a casa e fazer comida todos os dias. Aprendi a dar valor as coisas que minha mãe fez a vida toda pela gente, aprendi a economizar e que comprar roupa e sapato não me fazem tão feliz quanto eu achava que fizesse.

2015 também foi um ano de descobertas: descobri como conviver a dois, descobri que ter um cachorro é muito legal, descobri que minha criatividade estava escondida por um tempo entre tantas outras coisas, (re)descobri os prazeres de terminar um livro, descobri que gosto muito de cozinhar e inventar coisas, descobri que não comprar é tão bom quanto comprar.

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Meus desejos (e meu desenho) pra 2016

2015 foi pesado, foi intenso, foi feliz. Muitas coisas aconteceram e não consegui ainda avaliar ele completamente, mas acho que o peso das coisas boas acabaram sendo maiores para mim. Apesar de todos os pesares, ainda viajei bastante, reuni muitos amigos, fiz uma nova tattoo, ganhei um cachorrinho, assisti várias séries no Netflix, decorei minha casa pro Natal, cantei músicas bregas no Karaokê, brindei muitas conquistas, tomei muitos vinhos.

2016 vem aí, com uma lista de desejos a serem cumpridos (ou tentando cumprir), um início de ano sem pendencias e sem pesos.
Que 2016 seja melhor pra todo mundo, em todos os sentidos.