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Zona Cerealista de SP

bras_merc_cerealista04Algumas semanas atrás me dei ao prazer de conhecer a Zona Cerealista de SP. Sim, 27 anos morando nessa cidade e em nenhum momento da minha vida tinha ido até lá. Mas, depois de um ano morando junto com o Fábio, descobri uma certa aptidão culinária, e dentre vlogs de cozinha – sim, sou dessas que assisto vídeos de culinária – ouvi falar da tal Zona Cerealista e seus preços maravilhosos, e fui lá comprovar o tal fato.

VAI, MAS VAI MESMO!

Sim, todo mundo estava dizendo a verdade. Lá realmente os preços são bom demais. Você consegue comprar muitas coisas (tempero, chá, arroz, chocolate em pó, grãos, farinhas, etc) com 50 reais. Mas, pra começo de conversa, a Zona Cerealista fica localizada no centro de SP, próxima ao Mercadão (aliás, é uma ótima parada para almoço e afins) na Rua Santa Rosa – Brás. Nessa rua tem várias lojinhas com vários produtos, e aí é só ir entrando e pesquisando o que você quer. SIMPLES.

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Ai você vai se sentir um completo idiota por ter pagado absurdos de dinheiros nos supermercados da vida. É foda como nessa vida a gente é feito de trouxa, mas aproveita a dica e seje menas. Vou falar aqui um pouco dos produtos que comprei e o equivalente no supermercado:

Cacau em pó

  • Zona Cerealista: 500 gramas – R$ 3,80
  • Supermercado: 200 gramas – R$ 10,00

Chá Mate

    • Zona Cerealista: 250 gramas – R$ 2,80
    • Supermercado: 250 gramas – R$ 8,70

Arroz Integral

    • Zona Cerealista: 1 kilo – R$ 3,50
    • Supermercado:  1 kilo – R$ 6,00

Grão de bico

    • Zona Cerealista: 500 gramas – R$ 4,00
    • Supermercado:  500 gramas – R$ 8,00

Curry em pó

    • Zona Cerealista: 200 gramas – R$ 2,00
    • Supermercado:  50 gramas – R$ 7,00

Sal Rosa do Himalaia

    • Zona Cerealista:  500 gramas – R$ 3,50
    • Supermercado:  750 gramas – R$ 40,00

Acho que já dá pra ter uma ideia da diferença, né?

Fora isso tem muitos tipos de farinhas (de arroz, de milho, de trigo), vários tipos de ervas para chá, milhões de variedades de temperos, diversos tipos de pimentas, tem opções de doces, frutas cristalizadas, enfim. É o paraíso dos condimentos. Então, pra quem tiver a oportunidade de ir lá, vai, que não terás arrependimento. Daí você aprende também a olhar o supermercado com outros olhos.

Foto da semana

Se existe amor em SP eu não sei, mas aqui em casa tem muito amor. Eu e meu modelo favorito nos inspiramos um dia aqui em casa e mais uma vez a foto é dele. Eu passei a tarde escrevendo letras com tinta no papel e ele sempre me fazendo a melhor companhia que tenho durante o dia.

Não tem como não amar essa carinha, essa companhia e essa cumplicidade. Então para alegria ou tristeza geral, mais uma vez meu pet, meu modelo, meu Pickles, a foto da semana é sua:

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Um bônus, porque é muito amor envolvido <3

foto amor

Beco do Batman

Eu vejo muitas fotografias com fundos coloridos e muros bonitos e dia desses (faz um tempo na verdade), descobri que o Beco do Batman – aqui em São Paulo – é um ótimo e super utilizado cenário para essas fotos. Confesso que tenho um pouco de vergonha de ficar tirando fotos por aí ou fazendo pose de blogueira de moda, que inclusive quando eu fui visitar, tinha gente pra caramba fazendo isso.

Fui sem minha câmera, mas a gente sempre tem um celular as mãos, não é mesmo? Como tava ali pertinho, não pude perder a oportunidade de conhecer. O melhor caminho pra chegar de metrô é pela estação Fradique Coutinho, mas de lá ainda se andam uns 15 minutos. O endereço certinho é esse aqui: R. Gonçalo Afonso, na Vila Madalena.

O Beco é pequeno – claro, é um beco né? -, mas as artes na parede e até no chão são muito legais e tem para todos os gostos. Os desenhos são renovados de tempos em tempos pelos grafiteiros e é super disputado, então o legal é sempre que puder passar por lá para ver o que tem de novidade e tirar novas inspirações, e novas fotos porque não.

Minhas fotos estão um pouco tímidas demais mas, isso me motiva a voltar lá e ter a cara de pau que não tive de ficar desfilando com a câmera no Beco.

Eu, tu, eles

Costumava fazer isso em um outro blog, mas parte de mim ainda gosta de fazer resenhas perdidas e dar dicas de bares. Sim, eu bebo, e todo mundo acha que é muito. Não o suficiente pra ir no AA, mas o suficiente pras pessoas repararem e acharem que eu só faço isso da vida.. Mas não há muito a se fazer. Aliás, há sim! Dicas de bares e lugares  que vou.

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E na semana passada fui em um bar legal: Eu, tu, eles. Localizado na região do Itaim, na Avenida Faria Lima, 2902, o bar é sempre bem agitado. SEMPRE! Fui lá duas vezes, uma vez no meio da semana e uma no fim de semana e as duas vezes estavam bombando… E toda vez que passo lá na frente e cogito dar uma paradinha, está: cheio.

Mas vale a pena. Pra quem quiser sentar com amigos na mesa, é só chegar relativamente cedo. Pra quem estiver mais tranquilo e a vontade, ficar de pé pelo bar é uma opção. No fim de semana rola uma bandinha bem animada (couvert artístico R$10), tocando músicas antigas, rockzinhos e popzinho…

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Minha caipirinha foi de Cajú com Limão (bão demais!)

Cardápio não é o dos mais baratos, mas sensacional pra quem gosta de caipirinhas (R$23). Servida num potinho, tem vários, mas váááários mesmo sabores! Além de mil outras bebidas e vários petiscos (média de R$28). O ambiente é sensacional e a decoração é linda, divido em dois ambientes, o da banda (que é o de dentro), cheio de fitinhas do senhor do Bonfim no teto e o ambiente do bar (externo), com lâmpadas espalhadas e parede de pau a pique. Cheio de charme!

Pra quem mora em SP e tiver procurando um lugar na zona sul pra fazer um Happy, essa dica é quente!

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4 coraçõeszinhos por esse bar! Só não ganha 5 pelo preço…

The Apple City – Parte 2

Dia 05 – Central Park, Museu de História Natural, Brooklyn Bridge e Century 21

Um dia de ressaca, acordamos mais tarde e aproveitamos o finalzinho da manhã para visitar o Central Park. Antes de chegar lá, pausa para foto do globo do Planeta Diário rs. O clima de lá é outro: pessoas passeando, correndo, lendo livros, deitadas na grama.. As vezes de biquíni, as vezes de shorts mesmo. Um clima maravilhoso, com todo o ar puro e pura descontração. Como havíamos ido apenas pra conhecer, não passamos o dia por lá… Apenas exploramos o parque, andamos, conhecemos o centro, com um pequeno rio e pessoas andando de barco.

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No meio do parque (do lado de fora), fica o museu de História Natural, o único museu que escolhemos para ver, com muitas obras interessantes, ossos de dinossauros, planetário… Passeio pra meio dia, porém o museu fecha as 17h30, então tem que programar certinho. Saímos de lá e fomos pro Brooklyn em busca da Brooklyn Bridge… Lemos em mil lugares que a vista do Brooklyn pra Manhattan é mais bonita do que o contrário, então assim fizemos… Em 30 min dá pra atravessar a ponte, parar pra tirar umas fotos e chegar do outro lado sem morrer. Só tem que tomar cuidado para não atropelar ninguém e nem bloquear as faixas de ciclistas, mas tudo é bem sinalizado por lá.

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No final da ponte (andando mais uns 10 minutinhos), encontramos o “pote de ouro” das compras, no caso a Century 21, que é um outlet das marcas mais famosas (RayBan, Michael Kors, Tommy, Calvin Klein…) com preços e variedades bem bacanas! Vale a pena passar pelos seus 5 andares…

Dia 06 – BH, MAC, Victoria Secrets, Lincon Center e Juilliards

Resolvi trocar de celular, e fui a procura – o melhor jeito é comprar na Amazon só que precisava pagar em espécie, já que o cartão estava proibido. Fomos na Best Buy, mas o que pareceu uma boa ideia no começo, foi a pior das ideias… Pessoas mal-humoradas e celulares bloqueados pela operadora. Procurei na internet e achei a loja que vou levar pra minha vida. Uma loja meio bagunça cheia de judeus (todos de quipá, uma graça) e um atendimento excelente!

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Aproveitando a compra, andamos até a Victoria Secret’s que sempre tem cremes com preços bacanérrimos e passadinha na MAC pra comprar as makes (preço sempre mais em conta que no Brasil). Depois das paradas pra comprar, fomos no Lincon Center pra apreciar a vista nas suas fontes e depois ficamos largados no gramado da Juilliards – escola de dança famosíssima de filmes, séries, etc.

Pra fechar o dia de caminhada, fizemos uma parada no Junior’s para comer Cheescake (atendimento péssimo, mas cheescake ótimo!) e a noite fomos jantar em um restaurante Chinês na Chinatown, super tradicional e super baratinho!

Dia 07 – Coney Island,  e 5 guys

Como os dias estavam mais tranquilos, pois já havíamos feito todos os passeios que queríamos, tiramos um dia de folga e fomos a la playa! Coney Island e uma viagem no tempo, com seu parque de diversão e o maravilhoso Nathan’s e seu cachorro quente <3 Passamos o dia na praia, que é bem policiado, proibido bebidas alcoólicas e pessoas educadas. O pessoal jogando boomerang (entre outros jogos que não entendemos rs), respeitando espaço… Algumas fazendo top less. Todas com biquínis maiores do que o das brasileiras mais recatadas, então acostume-se com os olhares.

Ficamos na praia, comemos e passeamos pelo “calçadão”, de Coney Island até a Brighton Beach (praia ucraniana, mais reservada) e depois voltamos para a ilha para encontrar uma amiga. Depois de um dia de descanso, batemos um pouquinho de perna em torno no Union Square e fomos comer no 5 guys – hamburgueria com melhor batata frita e refil de refrigerante. Muito boa! 🙂

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Dia 08 – TKTS, Chinatown, Broadway, Union Square, Public Library e Dunkin Donuts

Acordamos cedo para conseguirmos comprar ingresso com desconto para um dos espetáculos da Broadway. Fomos andando e passamos pela Chinatown, tudo bem bonitinho, bem arrumadinho… Uma Liberdade de primeiro mundo rs. Pegamos umas dicas e descobrimos que o TKTS mais vazio é o do Pier 17 – o da Times Square é sempre muuuito cheio, e nesse do Pier 17 ficamos 30 minutos no máximo… E apesar do super desconto de 40%, ainda pagamos $80 por pessoa para assistir Chicago.

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Ainda lá nas regiões do Pier 17, estava rolando um Food Truck e uma sessão de cinema ao ar livre. Andamos mais um poucão em direção ao centro e fomos no Union Square (agora a luz do dia), curtir o parque, ver uns esquilos e ver gente. Estava rolando uma feirinha de comidas exóticas em volta da praça <3

Ainda andando por aí, fizemos algumas paradas no Soho Café, loja de lembrancinhas e no Dunkin Donuts – que vende donuts por $0.99, e se isso não é amor, não sei mais o que é. Tomamos café da tarde com rosquinha e fomos visitar a Public Library!  Gigante e não conseguimos ver tudo, mas tinha uma exposição para crianças que era uma fofurinha 🙂 Depois da visita, fomos para a Broadway para assistirmos o tão esperado show. Apesar de ter sido carinho, valeu cada centavo. Produção incrível, atores excelentes e estrutura de primeira… Se não tivesse ido em algum espetáculo, estaria incompleta minha viagem <3

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Dia 09 – Central Park, Flatiron Building e Forever 21

Nesse dia também queríamos descansar e aproveitar a vida como Nova Iorquinos! E nada melhor do que passar o dia ensolarado no Central Park. Fomos nos jogar na grama verdinha e bem preservada e fazer um mini picnic por lá! Todos fizeram a mesma coisa, e por lá encontramos de todo tipo de gente, fazendo picnic, tomando sol de biquíni, jogando vôlei, com os amigos, fazendo festa… Tem de tudo e é uma delícia!

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Levamos nosso lanchinho natureba (ou pelo menos tentamos), pegamos nossa canga de Copacabana e passamos a tarde deitados nas gramas verdinhas do parque. Prestando atenção em algumas conversas, nos comportamentos, no pôr do sol! Passamos o dia por lá e depois fomos andando para a Times Square.

E lá tem uma Forever 21 gigante e cheia de brasileiras, e acabei passando pra comprar umas peças e umas regatinhas de $ 2,00. (desaforoo). E de lá andamos mais um pouco pela Broadway com a 5 avenue até o edifício fininho, o Flatiron Building! Realmente fininho e bem na frente dele tem uma pracinha com um Shake Shack incrivelmente movimentado.

Depois disso, fomos tomar umas cervejas e começar a montar a mala pra voltar pra SP 🙁

Dia 10 – Big Gay IceCream e de volta a SP

Era o dia de ir embora e não tínhamos mais tempo (e nem dinheiro) para fazermos nada. Mas não poderíamos deixar de tomar um sorvete gostoso em plenos 30 graus da cidade da maçã. E lá pertinho de onde estávamos tinha um The Big Gay IceCream, uma sorveteria com um sorvete super delícia que vale a pena a visita!

Depois tomamos nosso caminho da roça, pegamos o metrô e fomos rumo ao JFK. Além de uma grande fila pra entrar na sala de embarque, passamos pelo DuttyFree e compramos perfumes e bebidas (como manda a tradição). O preço ainda compensa, mas não tem muitas variedades…

dia 10

Voltamos pra SP com a sensação de missão cumprida e com gostinho de quero mais. NY é uma cidade 24 horas e acho que todo mundo já cogitou morar por lá, e comigo não é diferente. Ver uma cidade funcional (quesitos transporte público, disponibilidade, restaurantes, lojas), com tudo que a gente precisa e mais um pouco, é querer ficar lá pra sempre – apesar de ser caro pra comer/morar!