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Dresden

Esse ano devido a muitas coisas novas, ainda não tínhamos ido viajar. Mas semana passada teve um feriado e aproveitamos para conhecer uma cidade aqui do ladinho de Berlim: Dresden. Dresden é uma cidade antiga, alvo de ataques na segunda Guerra Mundial, localizada a mais ou menos  200 km de Berlim. Dá pra chegar de Trem, carro ou ônibus, que no caso foi como chegamos.

Ir de ônibus foi a opção mais barata que encontramos e as passagens  foram compradas no site da FlixBus pela internet e os ônibus foram bem pontuais. A viagem não é muito longa, cerca de 2h30 (sem paradas) e o valor varia de 10 à 20 euros por trecho – depende do horário e do ponto de parada.

Dresden é uma cidade pequena, porém cheia de charme. As paredes escurecidas revelam sua idade e o desenho e arquitetura da cidade nos fazem voltar por alguns instantes no tempo. Além da arquitetura bela, em Dresden é possível encontrar um castelo – Dresden Schloss – ,que por quase 400 anos foi a residência real da Saxônia. Do lado de fora, tem o Stalhof, onde aconteciam os torneiros de cavaleiros na Idade Média e na fachada externa do Stallhof fica “A Procissão dos Príncipes”, um mural pintado em azulejos, lindíssimo!

Do ladinho, tem Dresdener Zwinger – palácio onde ficavam as concubinas do rei Augusto, no século 18 – e um pátio do palácio bem desenhado e cheio de charme. Ali do ladinho ainda fica a Semperoper – sede da Orquestra de Dresden e palco de óperas e ballets.

Não podemos deixar de visitar também a Frauenkirche – a igreja que foi bombardeada já no final da segunda Guerra Mundial, onde já não se viam motivos para o ataque. Hoje em dia, isso ainda é usado como argumento para o protesto de jovens nacionalistas e neo-nazistas todo ano na data do bombardeio (13 de fevereiro).

Por fim, parar em frente ao rio Elbe, no Brühlsche Terrasse e admirar a paisagem de Dresden. Aproveitamos para passar no Biergarten que tinha do outro lado do rio, pois o dia tava bem quente, e encerramos a nossa viagem. Vale a pena nem que seja fazer um bate e volta, a cidade é bem bonita e tem história vazando por todos os lados.

Montevidéu

Teve um fim de semana que fomos para Montevidéu. Passagens baratas e um final de semana livre bastaram para nos fazer arrumar a mochila (sim, mochila, nada de malas para um final de semana né?) e sair em busca de mais uma aventurinha e mais uma viagem pro caderninho.
Montevidéu é logo ali, 2 horinhas de vôo de SP e essa época do ano que fomos (maio) é friozinho, girando em torno dos 14 graus. Deixo aqui o mapinha tradicional com todos os pontos turísticos e alguns lugares para comer e beber:
Queria ter aproveitado mais – não pela quantidade de dia – mas, fiquei doente no meio do caminho e estragou um pouco a viagem. A cidade que é pequenina e dá pra ver todos os pontos no final de semana, ficou grande para mim, e acabamos ficando bem de boinhas, sem movimentos bruscos. Mas mesmo assim, deixo algumas dicas e alguns pitacos do que vivemos em Montevidéu.

  • Mercado do Porto é parada obrigatória. Para comer, beber e passar algumas horas por lá. O lugar é bem aconchegante e cheio de restaurantes para comer uma Parrillada e tomar um medio y medio. Certamente todos os blogs sobre viagem falam sobre lá, e é verdade, é realmente bom! Escolha um dos restaurantes e se aconchegue por lá, garanto que não irá se arrepender.
  • Domingo a cidade é praticamente fantasma. Poucos lugares abrem tanto para almoço quanto mais para jantar. Então, pesquise bem antes de sair para algum lugar. Um lugar que fomos e é bem gostosinho é o Hoy te quiero. Fica próximo ao Parque Rodó. Não é barato, mas é uma ótima opção para quem estiver por aquelas bandas.
  • Nem precisa falar que o vinho no Uruguay é ridiculamente barato. Quem tiver a oportunidade de conhecer uma de suas vinícolas vá, pois o passeio é bem completo, conhecendo desde as parreiras de uva até o processo final, e – caso seja de sua escolha -, degustando os vinhos da casa.
  • Pra quem levar uma mala grande, passe no mercado e compre vinhos uruguaios por até 20 reais, além de doces de leites e alfajores (que agora é liberado trazer).
  • Os ônibus são baratos e bem bons (pelo menos o que pegamos. Não existe catracas nem cobrador.
  • Uma caminhada pela praia De Los Pocitos é bem gostoso de se fazer. A praia é poluída, mas o calçadão é bem movimentado. Muitas pessoas andando por lá, o clima é super gostosinho e todo mundo tomando chimarrão.

Não consegui ver muitas coisas por lá, mas deixo essas poucas dicas e meu desejo de voltar pra tomar um chimarrão, pra ir a Ponta Del Este, conhecer vinícolas e fazer tudo que tenho direito, dessa vez, sem doenças.

Agora, surra de vídeos e fotos:

 

Amsterdã

amsterdam fériasUltimo destino da nossa viagem pela Europa: Amsterdã. Uma cidade pequena, linda e cheia de amores que todos já tinham avisado que íamos adorar. Pra quem acha SP uma cidade com mil temperaturas diferentes durante o dia, não conhece ainda Amsterdã. Pegamos chuva, sol, vento – MUITO VENTO – tudo em uma mesma tarde. Então, se você sair e o tempo estiver fechado, muita calma que poderá mudar a qualquer momento.

Ficamos hospedados em um Hostel super tecnológico, o City Hub. Nele, não se aceita dinheiro, tudo é comprado através de uma pulseirinha e no final, debitado do cartão de crédito. Ah, e o hostel ainda disponibiliza um wi-fi pra você levar pelas ruas da cidade e não ficar dependendo de Starbucks da vida. Uma maravilha! Os quartos são pequenos e só possuem camas de casais. Os banheiros são compartilhados e é tudo uma gracinha!

Bom, como de costume, deixo o mapa de Amsterdã com os pontos que fomos – e alguns que pretendíamos – comes, bebes e etc.

E agora, o que mais gostamos de fazer, com dicas (e não dicas) da nossa viagem:

  1. Março é época de férias, então antecipe seus bilhetes. Não conseguimos ver o museu Anne Frank nem fazer passeios de barco, pois como estava tudo muito cheio, não foi possível comprar as coisas na hora 🙁 Então se você comprar online, além de não pegar fila para entrar na atração, ainda garante que vai ver hehehe.
  2. Falando em Museu da Anne Frank, ao lado da estátua dela tem uma lojinha super fofinha que vende queijo gouda (e vários outros tipos de queijo), mostardas especiais, stroopwafel e outros comes típicos da Holanda. O preço super vale a pena, além de a loja deixar umas degustaçõeszinhas para quem quiser provar.
  3. E por falar em queijo, já aviso que é proibido trazer queijo da Holanda pro Brasil – a não ser que você tenha a liberação da ANVISA. A gente nem se preocupou com isso, e no final da viagem, a receita barrou nossos queijinhos holandeses.
  4. Não deixe de passar no Food Hallen, que é um espaço onde tem vários comes e bebes (semelhante a food truck’s aqui em SP ou o espaço que fomos em Berlim). O clima é super delicinha e tem espaço para passar uma tarde inteira por lá. Recomendo o hambúrguer do The Butcher que é artesanal e bem saboroso!
  5. Outra coisa para comer e amar – para os que gostam de canela, que não é o meu caso – é a Apfelstrudel, a torta de maçã, normalmente servida com chantilly. O lugar mais indicado e com melhores notas e referências é o Winkel 43. Para quem não gosta de torta, tem outras coisas no menu, além de umas cervejas especiais na torneira.
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  6. O IAMSTERDAM é o ponto que não pode faltar para os turistas, mas é muito cheio. Minha dica é de ouro, então anota aí: tire a foto com o celular da parte de trás do escrito, e depois vire a foto na edição. Assim a foto sai sem um milhão de pessoas na frente. Esse foi o nosso truque para tirarmos umas fotos menos cheias.
  7. O passeio a pé pelos canais e mercado de flores é bem legal. Toda a paisagem e clima da cidade são únicos. Ah, o passeio pelo Vondelpark também é uma ótima pedida – se souber andar de bicicleta, que não é o meu caso, dá pra conhecer a cidade inteira em poucas horas.
  8. O passeio na Heineken pode ser legal – mas não vá quando estiver muito cheio, pois não é muito grande o espaço e você acaba perdendo muitas das interações que o passeio proporciona (que foi o nosso caso). Além da Heineken, tem a cervejaria Brouwerij ‘t ij que produz uma cerveja muito boa e tem um bar que dá pra passar a tarde por lá.
  9. Passe pela feirinha de Albert Cuyp Market. Uma feira gigante, com várias barraquinhas de roupas, acessórios, comidas, carnes e doces. Aliás, comemos um wafles muito bom, que voltaria lá agora só pra comer de novo.
  10. E pra quem quiser qualquer bebida especial, não deixe de passar no Sterk. Lá tem um milhão de cervejas especiais, além de vodka, rum, vinhos, e fica aberto até a noite. Os preços variam, mas tem para todos os bolsos.

Ficamos 4 dias em Amsterdã, fizemos o trajeto de Paris até lá de trem e foi super bacana. Aconselho pra quem quiser uma experiência diferente, porém pra quem tem pouco tempo, melhor o avião. Não conseguimos ir em Keukenhof devido ao tempo. Coffee shop e red light para mim foram mitos que não tiveram muita graça. Nossa experiência foi bem ok quanto a isso, mas garanto que tem muitas coisas mais legais para fazer.  Amsterdã é bem legal, mas a quantidade de bicicletas é insana e pedestre acaba perdendo a vez por lá. Voltaria com certeza para fazer um picnic no Vondelpark, andar de barco nos canais, ir no museu da Anne Frank e quem sabe morar por lá!

Berlim

berlim fériasSegunda parada em Berlim. Chegamos lá e já era primavera, mas o clima estava bem invernal. Pegamos máxima de 8 graus e mínima de 2, mas a sensação térmica era de morte, dor e sofrimento. Aprendi a não reclamar do frio do Brasil, pois não é nada comparado ao frio de lá – e quem dirá em países mais gelados.

Dica suprema: se você for comprar casacos, compre por lá, pois os frios de lá e o de cá são diferentes, então vale o investimento. Ah, vale comprar uma daquelas touquinhas bemm turistonas, pois elas esquentam a cabeça e orelha e ajudam muito!

Mas tirando o detalhe do frio, Berlim tem suas belezas, suas comidas deliciosas e claro, cervejas. Apesar de ser capital, Berlim é relativamente pequeno. A cidade é toda plana e conseguimos fazer quase tudo a pé. Vou deixar o mapa dos pontos turísticos, comes e bebes:

Como eu fiz no outro post, não vou falar sobre os pontos turísticos que todo mundo fala, mas falar do que mais gostei com algumas dicas:

  1. Joelho de porco! Uma das melhores refeições que comemos nessa viagem. Fomos em um bar bem tradicional alemão e deixo a dica aqui, porque não encontramos em outro lugar. O lugar é o Tiergartenquelle. Além de cervejas especiais, eles servem pratos típicos e com o preço bem em conta.
  2. Ainda sobre comida, em todos os lugares se encontra currywurst com batata ou pão. Normalmente é baratinho e comida de rua – pra pegar e ir comendo – e sempre é uma delicia!
  3. As cervejas no mercado são bem baratas – pagamos menos de 1 euro – e nos bares saem por volta de 4 euros. A temperatura é praticamente ambiente, ou seja, não é servida geladíssima que nem no Brasil, mas para a temperatura ambiente de lá, é servida no ponto!
  4. E por falar em cerveja, fomos em um bar de cervejas Belgas que tem um clima bem gostoso – e bem adulto – e cervejas com preços bem em conta (claro que se comparado ao Brasil). O bar é o Herman Belgian Bar e é uma portinha bem escondida, mas dá pra saber que se chegou lá.
  5. Quem for com tempo, aproveita pra passear pelo parque Tiergarten. É um parque gigante e bem bonito. Mas faça isso no calor, pois o rio passa dentro dele, tem muito vento e frio por lá.
  6. Vá no Markt Halle Neun. Fica próximo a East Side Gallery, e é super gostosinho. Várias barraquinhas com comidas, bebidas – estilo os food trucks aqui de SP – e várias mesinhas. Dá pra passar algumas horas por lá.
  7. Coma brezel – que são os pretzel salgadinhos. Parece um pãozinho e em muitos lugares vende aberto com manteiga, queijo ou qualquer coisa do tipo.
  8.  Comemos um hambúrguer bem gostoso, e também acho que vale a indicação. Burgermeister é uma hamburgueria barata e saborosa e fica embaixo da ponte. Tem várias opções de lanches, todos feitos na hora, além de batata e alguns molhos especiais.
  9. Se tiver dias o suficiente, vá até Potsdam. É uma cidade do lado de Berlim e dá pra chegar de trem. Além de ser perto, é uma cidade super bonitinha e vale passar uma tarde no parque e nas ruas de lá.

E agora, surra de fotos, porque tem muita foto pra ser compartilhada ainda:

Berlim é uma cidade grande, com um transporte incrível. A história é muito pesada e muito presente, e acaba carregando o clima da cidade. Mas traz consigo também muita comida boa e muitas cervejas, que amamos <3 Ela só não foi muito com a nossa cara, pois estava muito frio quando fomos e uma semana depois aumentou 10 graus… Mas mesmo assim foi uma experiência incrível, lidando com uma outra cultura, uma língua dificílima e uma temperatura diferente.

Uma atualização no post: esqueci de mencionar uma coisa que adoramos, mas acabei passando batido. A hospedagem que ficamos em Berlim foi excepcional. Ficamos hospedados no Circus Hostel (que tem quartos de vários valores e vários tipos: compartilhado, casal com banheiro compartilhado, apartamentos) que tem uma localização excelente, perto de vários pontos turísticos, bares e restaurantes, além dos metros e trans que cercam a região. Além disso, o Circus tem um bar e produzem sua própria cerveja. O bar super animado, sempre propondo alguma coisa nova (DJ’s, drinks, noites temáticas) e o clima do Hostel em geral é bem ótimo. Os banheiros compartilhados para banho tem cabine exclusiva de chuveiro, virando quase um banheiro particular, além deles alugarem toalhas por apenas 1 euro. Acho que vale a atualização porque foi um dos lugares que mais gostamos de ficar e super indico pra todo mundo que for pra Berlim.

Barcelona

Vou deixar o mapinha que fizemos e depois deixamos de lembrança pra Vani que nos recebeu pelo Airbnb.

Vou deixar o mapinha que fizemos e depois deixamos de lembrança pra Vani que nos recebeu pelo Airbnb.

Ah, Barcelona. O primeiro destino que fomos. Primeiramente, fizemos cerca de 12 horas de viagem com escala em Madri. Março na Europa é final de inverno e início de primavera – além de ser o mês com passagens mais baratas para a Europa – , o tempo não é tão frio nem tão quente, então é ótimo para viajar e caminhar bastante.

Demos um pouco de azar e pegamos a ultima semana do inverno que foi a semana mais fria. E toda a nossa roupa de frio reservada pro frio de Berlim, acabou sendo antecipada. Mas faz parte da viagem ter surpresas, afinal de contas, não dá pra planejar tudo.

Barcelona é relativamente pequena e dependendo do ponto que ficar na cidade, dá pra ver tudo a pé. Mas o transporte público cobre a cidade toda, então nã há impeditivos. Por ser uma cidade com praia, venta relativamente bem, então pros friorentos – como eu – sempre bom ter um casaquinho ou um lenço ou algo que aqueça.

Ficamos num Airbnb próximo a Passeig de Gracia (principal rua com lojas caras e muitos turistas) e a mulher que nos recebeu nos deu amor e um mapa cheio de dicas com o que fazer por lá – vou colocar na galeria.

Vou deixar aqui um mapa com os pontos turísticos, alguns lugares pra comer e beber:

Mas, claramente o post não acaba aqui, vou deixar umas dicas – ou experiências – que passamos:

1- Se puder, visite os pontos turísticos durante a semana. Parece óbvio mas não fizemos. Alguns pontos deixamos pro final de semana (como o Park Guel) e acabamos não entrando pois estava muito cheio.

2- A vida noturna é ótima e tem muito lugar pra ir. Passamos 5 dias lá e vimos agitação tanto na semana quanto no final de semana. Dá pra aproveitar muito.

3- Experimente as cavas (tipo champanhe) e vinhos, e principalmente a sangria. Já tinha tomado umas sangrias aqui e não gostava, mas as de lá são diferentes e maravilhosas! E por falar em cavas, achamos um bar de cavas Can Paixano que é excelente. Eles vendem cavas de fabricação própria e servem lanches e petiscos para quem fica por lá. O lugar enche rápido, então chegue cedo, por volta das 16-17, e os preços são bem em conta, por 2 euros se toma uma taça de cava.

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4- Tem um milhão de padarias pelas ruas, e é super normal pegar um pão ou um lanche e sair comendo pelas ruas. Uma delicinha!

5- Lá, depois do almoço eles tiram a cesta – uma ou duas horinhas de descanso. Ainda não entendi muito bem como funciona, mas se for almoçar muito tarde não rola. Aliás, costumeiramente nem se almoça, só se come um lanche. Então, acostume-se. E se for jantar, também jante cedo, porque depois das 22h (como é de costume aqui no Brasil) pode não ter mais nada.

6- Tem agua potável em todos os lugares: nas ruas, casas e restaurantes.

7- A cidade é limpa e super dog friendly, e eu achei o máximo. Cachorros podem entrar no trem, ônibus, bares e restaurantes. As pessoas são educadas o suficiente pra não deixar suas sujeiras e cuidar dos seus cachorros =)

8- Se puder coma Paella e arroz negro. Tem em muitos lugares, varia um pouco o preço mas é muito gostoso. Seguimos a dica de um amigo e comemos no Siete Puertas que é próximo ao bairro gótico e foi uma experiência bem saborosa.

9- Uma coisa que fizemos legal – e meio que fazemos em todas as viagens – foi ir no mercadão, comprar morangos  (que estavam divinos e custaram 2 euros a caixinha) e sentar no parque pra comer. Só paramos, vemos paisagem, vemos as pessoas e aproveitamos o tempo pra nós.

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10- Coma churros! Diferente do churros daqui, os de lá são assados. Vende na rua recheado, mas se parar em algum cafézinho, vem um chocolate derretido pra mergulhar os churros. <3

Acho que é isso. Barcelona foi a cidade que amamos pelo transporte, limpeza, educação e carisma das pessoas. Mesmo com o frio e a chuva com que fomos recebidos, ainda volto pra passar mais uns dias por lá. Agora, surra de fotos:

Não perca semana que vem… Vou contar e mostrar algumas coisas que passamos e vimos em Berlim! Procura a tag #umlugaremaisnada no Instagram e acompanhe na página do Facebook também!